Arminda Valença Leite

Arminda Valença Leite nasceu por volta de 1888 no Município de Canhotinho, que está localizado na mesorregião do agreste pernambucano, distante 210 quilômetros da cidade do Recife, sendo filha de José Pereira Leite e de Águida Valença Leite.
Os seus avós paternos se chamavam João Martins Monteiro e Maria da Conceição Monteiro, já os maternos eram Luiz Paulino de Holanda Valença e Maria de Jesus Dantas Valença.
Pouco tempo depois do seu nascimento, no dia 27 de abril de 1889, ficou na orfandade por conta do inesperado falecimento de sua mãe, que faleceu depois de um parto.
Mais tarde, no dia 17 de novembro de 1902, segundo informações existentes no livro B-01, pertencente ao Cartório de Registro Civil de Canhotinho, 1º Ofício, tombo nº 134, página 142, no Estado de Pernambuco, aos 15 anos de idade, contraiu matrimônio com Cezario Godoy de Vasconcelos, nascido em 1883, sendo filho de José de Godoy Vasconcelos e de Joana de Godoy Vasconcelos.
Desse matrimônio foram gerados oito filhos, cinco homens e três mulheres, sendo eles: José de Vasconcelos LeiteÁurea de Vasconcelos LimaDébora de Vasconcelos BorgesMaria da Penha SilvaÁureo Vasconcelos LeiteAlberto de Vasconcelos LeiteAbdon Godoy Leite e Carlos de Godoy Valença Leite, conhecido por Pinto.
No dia 1º de janeiro de 1964, juntamente com os seus familiares, foi surpreendida pela notícia do falecimento de seu esposo, que veio a óbito na cidade do Rio de Janeiro por conta de um câncer.
Segundo alguns dos seus contemporâneos possuía um temperamento colérico, costumando tratar os seus filhos e netos por apelidos, residindo com a sua família durante muitos anos no Bairro de Afogados, na cidade do Recife.
Mais tarde, já idosa, regressou à sua terra natal, residindo com um de seus filhos à Praça Floriano Peixoto, nº 20, Centro.
Pouco tempo depois, no dia 27 de setembro de 1965, segundo informações existentes no livro B-30, pertencente ao Cartório de Registro Civil de Canhotinho, tombo nº 18.244, folha 44v, também padecendo com um câncer, veio a óbito aos 78 anos de idade.
Logo após o seu falecimento, depois das despedidas fúnebres que são de costume, o seu ataúde foi sepultado por seus familiares no Cemitério Municipal de Canhotinho.

BIBLIOGRAFIA:

  1. BARBALHO, Nelson. Cronologia pernambucana: subsídios para a história do Agreste e do Sertão – (1858-1828). Volume 15. Centro de Estudos de História Municipal, Fundação de Desenvolvimento Municipal do Interior de Pernambuco, 1984.
  2. CALADO, Orlando. História de São Bento do Una. Disponível em https://portalsbu.com.br/?sec=coluna_orlando&id=246&/histria-de-so-bento-do-una-pernambuco-brazil-parte-1. Acesso no dia 31 de maio de 2019.
  3. CINTRA, Ivete de Morais. Gado Brabo de Senhores e Senzalas. Centro de Estudos de História Municipal. Recife: Fundação de Desenvolvimento Municipal do Interior de Pernambuco, 1988.