Elielze Rafael da Silva Martins Gato

Elielze Rafael da Silva Martins Gato nasceu no dia 16 de dezembro de 1946 no Município de Sirinhaém, que está localizado na região da Zona da Mata do Estado de Pernambuco, distante 64 quilômetros da cidade do Recife, sendo filha de Exgesso Rafael da Silva e de Maria da Penha Silva.
Os seus avós paternos se chamavam Urbano Rafael da Silva e Amara Vaz e Silva, já os maternos eram Cezario Godoy de Vasconcelos e Arminda Valença Leite.
Na sua infância, por conta da profissão do seu pai, que era funcionário da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, morou em diversas cidades do interior pernambucano.
Nesse tempo, segundo o relato de alguns dos seus irmãos, como era natural para qualquer criança, a sua maior alegria era quando um circo ou um parque chegavam à cidade, tendo a sua entrada franca aos espetáculos ou aos brinquedos garantida pelos seus proprietários:

“Nessa época, ao transitar por esses Municípios, juntamente com a sua família, era cercado de privilégios, pois tinha o monopólio de todas as informações da cidade, desde às públicas até as mais particulares. Diante desse fato, conseguiu construir valiosos vínculos de amizade com importantes figuras do cenário político, algo que tirou proveito para aos poucos fazer com que alguns dos seus filhos ingressassem no serviço público.” (SILVA JÚNIOR, 2017: Exgesso Rafael da Silva. Disponível em http://www.historiadeboaviagem.com.br/exgesso-rafael-da-siva/. Acesso no dia 12 de novembro de 2017)

Mesmo com essas frequentes mudanças, os seus pais nunca relaxaram na qualidade de sua educação, sempre procurando as melhores escolas das cidades por onde passavam, pois acreditavam que somente uma boa educação, acompanhado de qualificação profissional, seriam capazes de abrir um leque de oportunidades de emprego e colocação profissional.
Nos primeiros meses de 1946, a sua família passou a residir no Município de Sirinhaém, na Zona da Mata pernambucana, distante apenas 64 quilômetros da cidade do Recife, onde permaneceram por pouco tempo, quando o seu pai pediu transferência para o Município de São Joaquim do Monte, no Agreste pernambucano.
Mais tarde, por volta de 1955, a sua família passou a residir na cidade de Caruaru, que está localizado no Vale do Ipojuca, 130 quilômetros distante da cidade do Recife, onde o seu pai adquiriu uma casa na Rua João José do Rego, nº 139, no Bairro do Morro do Bom Jesus.
Nos últimos meses de 1958, a sua família foi transferida para o Município de Água Preta, que está localizado na região da Zona da Mata, 102 quilômetros distante da cidade do Recife, onde o seu pai assumiu a chefia dos correios.

Imagem da família Rafael da Silva, década de 1960.

Imagem da família Rafael da Silva, década de 1960.

Nos primeiros anos da década de 1960, os seus pais decidiram fixar residência na cidade do Recife, habitando inicialmente na Rua Queira Deus, s/nº, no Bairro de Tejipió, depois no Bairro de Casa Amarela, Água Fria e pouco tempo depois, em um pequeno sítio que está localizado na Rua Cirigi, nº 226, no Bairro da Várzea, próximo da mata de Brennand, onde o seu pai construiu uma confortável casa.

“Nesse período, o seu pai passou a trabalhar em uma empresa que era denominada pela sigla CERMIC, que estava localizada no Município de Cabo de Santo Agostinho, sendo um dos responsáveis pelo escritório.” (SILVA JÚNIOR, 2014: Exgesso Rafael da Silva. Disponível em http://www.historiadeboaviagem.com.br/exgesso-rafael-da-siva/. Acesso no dia 12 de novembro de 2017)

Nessa época, na fase de construção dessa casa, conheceu um jovem e promissor estudante, o seu nome era Jonas Soares de Oliveira Sobrinho, que nasceu no dia 26 de novembro de 1935, sendo filho de João Xavier de Oliveira e de Amara Soares de Oliveira.
Pouco tempo depois, segundo informações existentes no Cartório de Registro Civil, tombo nº 64.492, folha 116, contraiu matrimônio no dia 11 de março de 1966.

Imagem do dia de seu matrimônio, em 1966.

Desse matrimônio foram gerados dois filhos, um casal, sendo eles: Flávio Gualberto Soares de Oliveira e Silvia Cristiane Soares de Oliveira.

Imagem de Elielze e de suas irmãos no leito de sua mãe no Hospital de Santo Amato, em 1976.

Mais tarde, nos primeiros meses de 1976, deu toda atenção que estava ao seu alcance para sua mãe, que lutava contra um câncer no estômago.

“Segundo informações existentes no Cartório de Santo Amaro, pertencente ao 5º distrito, tombo nº 550, folha 93v, faleceu no dia 1º de junho de 1976 no Hospital de Santo Amaro, prestes a completar 64 anos de idade.” (SILVA JÚNIOR, 2017: Maria da Penha Silva. Disponível em http://www.historiadeboaviagem.com.br/maria-da-penha-silva/. Acesso no dia 3 de dezembro de 2017)

Nessa mesma época, enfrentando uma grave crise conjugal por conta de incompatibilidade de gênios, resolveu separar-se de seu esposo, seguindo imediatamente para cidade do Rio de Janeiro, onde passou alguns anos, desquitando-se deste no dia 12 de agosto de 1997.
Residindo na cidade do Rio de Janeiro, passou a viver em união estável com Gilber Martins Gato.
No dia 27 de maio de 1992, foi surpreendida pela notícia do falecimento de seu pai, que veio a óbito na cidade de Caruaru, pouco tempo depois de completar 79 anos de idade, vítima de enfisema pulmonar.
Alguns anos depois, no dia 25 de março de 1998, sofreu outra perda em sua família, dessa vez o seu irmão caçula, que se chamava Eliel Rafael da Silva e residia na cidade de Boa Viagem, no Estado do Ceará, onde possui outros irmãos.

“Por conta disso, no fim da noite do dia 25 de março de 1998, segundo informações existentes no livro C-5, pertencente ao Cartório Geraldina, tombo nº 3.392, folha 181, com a sua pressão arterial estando bastante alterada por ter passado o dia na prefeitura esperando ser atendido pelo prefeito, sofreu um ataque cardíaco fulminante, vindo a óbito sem receber nenhum tipo de assistência médica.” (SILVA JÚNIOR, 2014: Eliel Rafael da Silva. Disponível em http://www.historiadeboaviagem.com.br/eliel-rafael-da-silva/. Acesso no dia 3 de dezembro de 2017)

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