Manoel Moreira de Melo

Manoel Moreira MeloManoel Moreira de Melo nasceu no dia 20 de setembro de 1954 no Município de Boa Viagem, que está localizado no Sertão de Canindé, no Estado do Ceará, distante 217 quilômetros da cidade de Fortaleza, sendo filho de José Moreira de Melo e de Maria da Conceição Alves de Melo.
Os seus avós paternos se chamavam Manoel Moreira de Melo e Tereza Maria de Melo, já os maternos eram Virgílio Alves da Silva com Francisca Maria Cavalcante.
Nos primeiros anos de sua infância, quando chegou a época de frequentar os bancos escolares, foi matriculado por seus pais em uma das turmas da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correi de Sá, onde concluiu à 4ª série do Ensino Primário.
Depois disso, nos primeiros meses de 1970, foi matriculado na Escola de Ensino Médio Dom Terceiro, onde concluiu o Ensino Primário e posteriormente, nos últimos meses de 1978, o curso profissionalizante de Magistério.
Nesse mesmo ano, no dia 22 de dezembro de 1978, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem, diante do Pe. Paulo de Almeida Medeiros, contraiu matrimônio com Vera Lúcia Patrício Melo, que era nascida no dia 30 de setembro de 1955, sendo filha de José Patrício de Almeida e de Maria Eliza Rodrigues Patrício.
Desse matrimônio foram gerados quatro filhos, três homens e uma mulher, sendo eles: Emanuela Patrício Melo, José Patrício Melo, Rafael Patrício Melo e Paulo Germano Patrício Melo.
Nessa época, percebendo a falta de opções de lazer para os mais jovens, resolveu investir a sua atenção para explorar esse nicho de mercado, quando inicialmente promoveu um inesquecível show de calouros e com diversas atrações para os alunos da Escola de Ensino Fundamental e Médio Dom Terceiro, que na época era dirigido pela Profª Luíza Rocha Alves.

Imagem de um de seus eventos.

Imagem de um de seus eventos.

No dia 15 de novembro de 1982, compondo os quadros políticos do PDS, o Partido Democrático Social, com a legenda nº 1.632, ingressou na vida pública pleiteando uma das cadeiras da Câmara Municipal de Vereadores, quando conseguiu receber a confiança de apenas 391 votos, ficando na segunda suplência de seu partido.
Nessa disputa eleitoral o voto era vinculado, quando o eleitor tinha de alinhar a sua escolha entre os poderes Executivo e Legislativo sob a pena de ter o seu voto anulado: 

“Em 15 de novembro de 1982 o eleitorado brasileiro foi chamado a eleger os governadores que administrariam os seus Estados pelo interregno temporal de quatro anos, a contar de 15 de março de 1983, num pleito que envolveu cerca de 70 milhões de eleitores sendo a primeira eleição direta para governador de Estado desde os anos 1960. Neste pleito valeu o ‘voto vinculado’: o eleitor teria que escolher candidatos de um mesmo partido para todos os cargos em disputa, sob pena de anular o seu voto.” (S.N.T)

Pouco tempo depois, no dia 31 de janeiro de 1983, por conta de uma licença solicitada pelo Vereador Adonias Vieira da Silva, que assumiu a pasta da Secretaria de Obras, Urbanismo e Serviços Públicos, assumiu a sua cadeira até o dia 24 de junho de 1984, quando esse vereador resolveu deixar o comando da secretaria e retomar a sua cadeira na Câmara.
Depois disso, com a licença solicitada pelo Vereador Anastácio Pereira Lobo, que assumiu a Secretaria de Obras, Urbanismo e Serviços Públicos, retomou a sua vaga no Poder Legislativo, permanecendo nela até os últimos meses de 1986.
Nessa época, em uma sessão ocorrida no dia 14 de setembro de 1984, no exercício de sua função, apresentou requerimento à mesa diretora da Câmara Municipal solicitando ao gabinete do prefeito a construção de uma escola na localidade de Boa Fé.

Na imagem, o Vereador Manoel Melo e outras lideranças políticas recebem o Governador Adauto Bezerra no Terminal Aéreo Coronel Virgílio de Morais Fernandes Távora.

Mais tarde, no dia 30 de janeiro de 1987, por conta de uma licença solicitada pelo Vereador Jacob Carneiro de França Neto, assumiu a sua cadeira por 120 dias.
Algum tempo depois, na sessão ordinária que ocorreu no dia 18 de março de 1988, tomou posse da cadeira deixada pelo Vereador Raimundo Alves Batista, que solicitou uma licença de 90 dias para tratamento médico.
Embora tenha desempenhado um bom trabalho nessa legislatura, teve o seu mandato seriamente prejudicado por conta da quebra de sua continuidade e da extrema dependência do Gabinete do Prefeito, que quando queria o mandava para suplência como forma de coação aos seus interesses.
Nessa legislatura, embora não tenha passado todo o período de seu mandato na Câmara, apoiou os projetos encaminhados pelo gabinete do Prefeito José Vieira Filho, sendo eles: A reconstrução da Praça Antônio de Queiroz Marinho; A construção do edifício anexo à Escola de Ensino Médio Dom Terceiro; A construção da Escola de Ensino Fundamental Pe. Paulo de Almeida Medeiros; A construção do edifício da Teleceará e instalação do sistema DDD; A construção do Parque de Vaquejadas e Eventos Joaquim Vieira Lima; A construção do Parque de Exposições Agropecuárias José Vieira de Lima; A construção do Açude Prefeito José Vieira Filho; A construção da Barragem Presidente Tancredo de Almeida Neves; A construção do Açude São José; A construção de cinquenta prédios escolares, postos de saúde e de uma Agência da Previdência Social.
No pleito eleitoral seguinte, que ocorreu no dia 15 de novembro de 1988, dessa vez militando nos quadros políticos do PMDB, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, dessa vez com a legenda nº 15.671, conseguiu receber apenas 233 votos, ficando novamente na suplência de seu partido.
Por volta de 1996, quando assumiu à presidência da Associação Atlética Boa-viagense, durante muitos anos, aos domingos, promoveu um baile que era conhecido entre os jovens como o “Forró do Real”.
Alguns anos depois, passou a comercializar em uma empresa denominada de “Melo Discos”, que está localizada na Rua José Leal de Oliveira, nº 394, Centro.