Antônia Vieira Diniz

Antônia Vieira Diniz nasceu no dia 3 de junho de 1910 no Município de Catolé do Rocha, que está localizado no Sertão paraibano, distante 478 quilômetros da cidade de João Pessoa, sendo filha de José Juvêncio de Andrade e de Maria Vieira Diniz.
Os seus avós paternos se chamavam Juvêncio Andrade Maciel e Antônia Maria da Conceição, já os maternos eram Pedro Vieira Carneiro e Maria Floriana de Morais.
O seu nascimento ocorreu em uma localidade denominada de “Riacho dos Cavalos”, que alguns anos depois conseguiu receber a sua autonomia administrativa:

“O sítio Riacho dos Cavalos foi a verdadeira origem do atual município que lhe levou o nome. Era pródigo em aguadas, razão porque o gado e cavalos da região, procuravam aquele lugar para ali matar a sede. O começo da edificação da cidade propriamente dita, ocorreu com o início da construção do açude público Cabaibu, em 1932… foi o empreendimento de maior vulto e utilidade já executado no Município, pois atraiu para a região os maiores benefícios de ordem econômica… Em 1933, quando foi concluída a construção do açude, a vila estava formada, pertencendo ao Município de Catolé do Rocha até a sua emancipação política, em 1961.” (IBGE, 2000: Disponível em http://cidades.ibge.gov.br/painel/historico.php?lang=&codmun=251280&search=paraiba|riacho-dos-cavalos|infograficos:-historico. Acesso no dia 5 de maio de 2017)

Segundo informações existentes no livro B-03, pertencente ao cartório de registro civil de Catolé do Rocha, tombo nº 250, página 39, no dia 8 de outubro de 1935 contraiu matrimônio com Francisco Genuíno Vieira, que nasceu no dia 3 de dezembro de 1894, sendo filho de Genuíno Vieira Lima e de Umbelina Maria da Conceição.
Desse matrimônio foram gerados três filhos, dois homens e uma mulher, sendo eles: Francisco Diniz Vieira, Dinamérica Diniz Vieira e Janduí Diniz Vieira.
Durante muitos anos residiu com a sua família na vila de Ipiranga, onde o seu marido era agropecuarista e comerciante.

Imagem da residência de Francisco Genuíno Vieira, em 2017.

No dia 24 de novembro de 1976, juntamente com os seus filhos, partilhou a dura perda de seu esposo.
Em avançada idade, depois de viúva, passou a residir na Rua Antônio de Queiroz Marinho, s/nº, Centro, na cidade de Boa Viagem.
De acordo com as informações existentes no livro C-04, pertencente ao Cartório Geraldina, 1º Ofício, tombo nº 1.841, folha 93v, faleceu aos 77 anos de idade, na cidade de Boa Viagem, no dia 4 de dezembro de 1987.
Logo após o seu falecimento, depois das despedidas fúnebres que são de costume, o seu corpo foi sepultado por seus familiares em um túmulo existente no Cemitério Parque da Saudade, que está localizado na Rua Joaquim Rabêlo e Silva, nº 295, no Centro da cidade de Boa Viagem.

Imagem do túmulo da Família Vieira, em 2013.

BIBLIOGRAFIA:

  1. FRANCO, G. A.; CAVALCANTE VIEIRA, M. D. Boa Viagem, Conhecer, Amar e Defender. Fortaleza: LCR, 2007.
  2. IBGE. Histórico de Riacho dos Cavalos. Disponível em http://cidades.ibge.gov.br/painel/historico.php?lang=&codmun=251280&search=paraiba|riacho-dos-cavalos|infograficos:-historico. Acesso no dia 5 de maio de 2017.
  3. NASCIMENTO, Cícero Pinto do. Memórias de Minha Terra. Fortaleza: Encaixe, 2002.
  4. SILVA JÚNIOR, Eliel Rafael da. Andarilhos do Sertão. A Chegada e a Instalação do Protestantismo em Boa Viagem. Fortaleza: PREMIUS, 2015.
  5. VIEIRA FILHO, José. Minha História, Contada por Mim. Fortaleza: LCR, 2008.

HOMENAGEM PÓSTUMA:

  1. Em sua memória, na gestão do Prefeito Benjamim Alves da Silva, através da lei nº 559, de 5 de junho de 1992, uma das ruas do Bairro Recreio, na cidade de Boa Viagem, recebeu a sua nomenclatura.