José Vieira Dantas

José Vieira DantasJosé Vieira Dantas nasceu no dia 30 de junho de 1927 no Município de Catolé do Rocha, que está localizado no Sertão do Estado da Paraíba, distante 411 quilômetros da cidade de João Pessoa, sendo filho de João Vieira de Andrade e de Francisca Maria de Andrade.
Os seus avós paternos se chamavam Policarpo Alves de Andrade e Maria Tereza de Jesus, já os maternos eram Simplício Pinheiro Dantas e Maria Francisca de Sousa.
Nos primeiros anos da década de 1930, por conta da migração de diversos de seus parentes e conhecidos para o Estado do Ceará, foi trazido pelos seus pais para a localidade de Jordão, na zona rural do Município de Boa Viagem, onde herdou o apelido de “Marinheiro”.
Alguns anos depois, segundo informações existentes no livro B-10, pertencente ao Cartório Geraldina, 1º Ofício, tombo nº 1.194, folha 198v, no dia 20 de novembro de 1946, contraiu matrimônio com Luzia Cavalcante Dantas, que era nascida no dia 25 de novembro de 1925, sendo filha de Balduíno Pereira Cavalcante e de Ana Lobo Cavalcante.
Poucos dias depois, no dia 27 de novembro, segundo informações existentes no livro B-11, pertencente à secretaria da Paróquia de Nossa Senhora da Boa Viagem, tombo nº 187, página 114v, diante do Mons. Pedro Vitorino Dantas, confirmou us seus votos em uma cerimônia religiosa.
Desse casamento foram gerados cinco filhos, dois homens e três mulheres, sendo eles: Raimundo Vieira Dantas, Lourival Vieira Dantas, Creusa Vieira Dantas, Helena Vieira Dantas e Francisca Ana Vieira Dantas.
Depois de casado, certo episódio de sua engenhosidade ficou amplamente conhecido pelas pessoas da localidade de Poço da Cruz, quando decidiu artesanalmente fabricar um avião.
No dia em que resolveu testar esse equipamento, que tinha um motor para fazer girar as suas hélices, mas não possuía o trem de pouso, utilizou a parte superior de uma aroeira existente nas proximidades do Rio Conceição para dar impulso a sua máquina.
Empolgado com o ronco do motor, imediatamente pediu a sua esposa para que cortasse a corda de segurança, fazendo com que a geringonça imediatamente viesse ao chão. Por muito pouco essa aventura não causou danos físicos ao seu corpo e ao de seu filho, que era o passageiro do teste.
Algum tempo depois passou a residir na cidade de Boa Viagem, onde durante muitos anos exerceu o ofício de funileiro, fabricante de tambores de zinco, funis, lamparinas e outros objetos em uma pequena oficina que era localizada na Rua José Rangel de Araújo, na esquina do antigo “beco da fumaça”.
Na eleição municipal que ocorreu no dia 7 de outubro de 1962, desejando entrar na vida pública por meio de um mandato eletivo na Câmara Municipal de Vereadores, militando nos quadros políticos do PSD, o Partido Social Democrático, conseguiu ficar na primeira suplência de seu partido.
Algum tempo depois dessa eleição, no dia 7 de junho de 1963, por conta de uma licença médica que foi solicitada pelo Vereador Raimundo Alves Campos, assumiu esse mandato por um período de dois meses.
Mais tarde, nos primeiros anos da década de 1970, decidiu fixar residência com a sua família na Rua Leonel Chaves, nº 250, Parangaba, na cidade de Fortaleza.
Segundo informações existentes no livro C-135, pertencente ao Cartório Cavalcânti Filho, tombo nº 66.470, página 27, faleceu no dia 24 de junho de 2015, aos 87 anos de idade, vítima de Alzheimer, com óbito sendo atestado pela Drª Maria Solange Nobre Sampaio.
Logo após o seu falecimento, depois das despedidas fúnebres que são de costume, o seu corpo foi sepultado por seus familiares em um túmulo existente no Cemitério Memorial da Paz, que está localizado na Avenida Senador Almir Pinto, nº 229, no Município de Maranguape.

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