Vitoriano Rodrigues Pires

Vitoriano Rodrigues Pires possivelmente nasceu em 1710, em Portugal.
Foi casado com Ana Gonçalves Leal e ao que parece não gerou filhos, tendo como seu herdeiro Francisco Nunes de Rezende Oliveira.

“Pouco tempo depois do seu nascimento foi carinhosamente adotado por um casal de parentes, que também eram os seus padrinhos de batismo, sendo eles Vitoriano Rodrigues Pires e Ana Gonçalves Leal, um casal de ricos agropecuaristas portugueses que possuíam vários hectares de terras em nossa região. Com o passar dos anos essa relação de compadrio foi se estreitando e essa criança culminou se tornando a herdeira universal de seus bens, passando a residir definitivamente na Fazenda Almas.” (SILVA JÚNIOR, 2000: Disponível em https://www.historiadeboaviagem.com.br/francisco-nunes-de-rezende-oliveira/. Acesso no dia 29 de maio de 2021)

Em uma data ainda incerta, possivelmente em 1740, passou a residir em uma localidade denominada de Almas, no Sertão do Município de Quixeramobim, onde criva gado e construiu uma suntuosa casa com a mão de obra escrava.

Imagem do casarão da Fazenda Almas, em 1990.

Nessa época, nas proximidades de sua casa, a cidade de Boa Viagem, que também era conhecida pela alcunha de “Cavalo Morto”, era apenas um pequeno povoado existente dentro dos limites geográficos pertencentes ao Município de Quixeramobim.

“Distrito criado com a denominação de Boa Viagem, ex-povoado de Cavalo Morto, pela lei provincial nº 1.025, de 18 de novembro de 1862. Elevado à categoria de vila com a denominação de Boa Viagem, pela lei provincial nº 1.128, de 21 de novembro de 1864, desmembrado de Quixeramobim.” (IBGE, 2010: Histórico de Boa Viagem. Disponível em http://cidades.ibge.gov.br/painel/historico.php?lang=&codmun=230240&search=ceara|boa-viagem|infograficos:-historico. Acesso no dia 13 de julho de 2017)

Segundo informações existentes no livro C-01, pertencente à secretaria da Paróquia de Santo Antônio de Quixeramobim, folha 2, faleceu na Fazenda Cavalo Morto, aos 46 anos de idade, no dia 15 de fevereiro de 1756.

BIBLIOGRAFIA:

  1. IBGE. Histórico do Município de Boa Viagem. Disponível em http://cidades.ibge.gov.br/painel/historico.php?lang=&codmun=230240&search=ceara|boa-viagem|infograficos:-historico. Acesso no dia 13 de julho de 2017.
  2. NASCIMENTO, Cícero Pinto do. Memórias de Minha Terra. Fortaleza: Encaixe, 2002.
  3. PARÓQUIA DE SANTO ANTÔNIO DE QUIXERAMOBIM. Livro de tombo dos óbitos. 1755 – 1811. Livro A-01. Página 2.
  4. SILVA JÚNIOR, Eliel Rafael da. Francisco Nunes de Rezende Oliveira. Disponível em https://www.historiadeboaviagem.com.br/francisco-nunes-de-rezende-oliveira/. Acesso no dia 29 de maio de 2021.
  5. VIEIRA JÚNIOR, Antônio Otaviano. Entre Paredes e Bacamartes. História da Família no Sertão (1780-1850). Edições Demócrito Rocha: Fortaleza, 2004.

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