Agripino Rodrigues Gomes Magalhães

Agripino Rodrigues Gomes Magalhães nasceu no dia 23 de junho de 1954 no Município de Boa Viagem, que está localizado no Sertão de Canindé, no Estado do Ceará, distante 217 quilômetros da cidade de Fortaleza, sendo filho de Manuel Magalhães Gomes e de Maria Conceição Rodrigues Gomes
Os seus avós paternos se chamavam Rufino Magalhães Gomes e Maria Ximenes Magalhães, já os maternos eram Raimundo Rodrigues Cavalcante e Maria Auxilia Costa.
Alguns dias depois do seu nascimento, em 28 de junho, seguindo o costume da confissão religiosa de seus pais, recebeu o sacramento do batismo na Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro pelas mãos do Pe. João Mendes Lemos.
Na época em que nasceu o Município de Boa Viagem não dispunha de uma casa de parto, fato que obrigou aos seus pais a contar com os valiosos serviços de uma parteira na vila do Ibuaçu, onde passou os primeiros anos de sua existência.

“Durante muitos anos, os únicos profissionais de saúde existentes em nossa região foram às parteiras, mulheres que normalmente recebiam esse aprendizado de forma hereditária, ou seja, a filha de uma parteira acompanhava a sua mãe no atendimento às mulheres em trabalho de parto auxiliando-a de acordo com as necessidades do momento, possibilitando, assim, após algum tempo de prática, o aprendizado para continuidade do ofício.” (SILVA JÚNIOR, 2016: Disponível em https://www.historiadeboaviagem.com.br/saude/. Acesso em 25 de outubro de 2016)

Em sua infância acompanhou de perto a projeção política de seu pai, que desempenhou vários mandatos no Poder Legislativo do Município de Boa Viagem, bem como o trabalho de sua mãe, que era cartorária da região de sua vila.
Nessa época, não existindo escolas nas proximidades de sua casa, os seus pais investiram na contratação de professoras particulares para dar-lhe as lições elementares, sendo a primeira delas a Dona Irene Vieira da Silva, segunda esposa de seu avô paterno, e logo depois com a Profª. Maria do Rosário Rodrigues da Silva, irmã de sua mãe, na vila do Boqueirão.
Mais tarde, nos últimos meses de 1966, já na cidade de Boa Viagem, conseguiu concluir o 5º ano primário na Escola Imaculada Nossa Senhora da Conceição, que era dirigida pela Profª. Maria dos Anjos Macêdo Leocádio.

“Fundada em 1965, pelo Professor José Leocádio Filho e sua esposa Maria dos Anjos. Preparou muitos alunos para o exame de admissão ao curso ginasial. Durou alguns anos.” (NASCIMENTO, 2002: p. 143)

Nesse mesmo ano enfrentou o exame de admissão ao ginásio que era promovido pela Escola Diocesana de São Francisco, na cidade de Canindé, unidade de ensino dirigida pelo Frei Antonino Vwaiendost.
No ano seguinte, com a implantação do Ginásio Dom Terceiro na cidade de Boa Viagem, foi matriculado no 1º ano ginasial dessa unidade de ensino.
Mais tarde, no dia 20 de dezembro de 1979, depois de algum tempo de estudos no Centro de Ciências da Saúde da UFC – a Universidade Federal do Ceará, concluiu o curso de medicina.
Pouco tempo depois, percebendo a necessidade no mercado, dedicou a sua atenção profissional na especialidade de ortopedia e traumatologia sendo eleito, no dia 18 de janeiro de 1985, na cidade de São Paulo, como um dos membros titulares da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Ao longo dos anos, exercendo também muito trabalho humanitário entre os mais carentes, o seu nome ganhou significativa projeção profissional no meio esportivo nacional e internacional.

Imagem de um grupo de profissionais de sua área em uma formação ocorrida em Fortaleza.

No dia 26 de setembro de 2008, na cidade de Fortaleza, recebeu homenagem em gratidão aos serviços prestados à saúde do Vila União Esporte Clube.
Em 4 de agosto de 2012, por meio da resolução nº 14, proposição do Vereador Fernando Amaral de Lima, foi agraciado com o titulo de cidadão russano pela Câmara Municipal de Vereadores de Russas.
No ano seguinte, em 30 de agosto, por conta do decreto legislativo nº 9, do dia 16 de agosto, proposição do Vereador José Gilvan de Moura, recebeu o título de cidadão limoeirense da Câmara Municipal de Vereadores de Limoeiro do Norte.
Mais tarde, na eleição estadual ocorrida no dia 5 de outubro de 2014, militando nos quadros do PSDC – o Partido Social Democrata Cristão, legenda nº 27.000, resolveu colocar o seu nome na disputa por uma das cadeiras da ALEC – a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, tendo recebido a confiança de 13.528, ficando em uma das suplências de seu partido.

Imagem de seu material de campanha.

No dia 16 de dezembro de 2017, no Clube das Samaritanas, diante dos seus muitos esforços em favor da saúde do povo de sua terra natal, recebeu homenagem especial da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Cavaleiros do Amor, nº 79, na cidade de Boa Viagem.
Na eleição estadual seguinte, ocorrida no dia 7 de outubro de 2018, dessa vez militando nos quadros do PROS – o Partido Republicano da Ordem Social, legenda nº 9.012, decidiu concorrer por uma das cadeiras da Câmara de Deputados, oportunidade que recebeu a confiança de 20.625 eleitores, ficando na primeira suplência de seu partido.

“Em 4 de agosto de 2020, Agripino foi empossado como deputado federal na Legislatura 2019-2023, representando o Estado do Ceará. Ele afastou-se do cargo em 2 de dezembro de 2020. Agripino é o primeiro suplente do partido PROS e conquistou 20.625 votos na eleição para a Câmara Federal em 2018. Ele assumiu a vaga deixada pelo deputado Capitão Wagner (PROS), que se afastou temporariamente do cargo para se dedicar à sua campanha à Prefeitura de Fortaleza.” (MAGALHÃES, 2020: Disponível em https://portalpolitica.com.br/deputados-federais/dr-agripino-magalhaes-suplente-que-exerceu-mandato/. Acesso no dia 18 de janeiro de 2023.)

No dia 4 de agosto de 2020, na cidade de Brasília, Distrito Federal, por conta de uma licença do Capitão Wagner Sousa Gomes, assumiu sua cadeira na Câmara de Deputados, constituindo-se no primeiro boa-viagense a realizar esse feito.
Na eleição municipal disputada no dia 15 de outubro de 2020, ainda militando nos quadros do PROS, legenda nº 9.0012, concorreu por a uma das cadeiras da Câmara Municipal de Vereadores de Fortaleza, eleição em que recebeu 1.754 votos, ficando em uma das suplências de seu partido.

Imagem de seu material de propaganda.

Na eleição estadual seguinte, ocorrida no dia 2 de outubro de 2022, dessa vez militando nos quadros do União Brasil, com a legenda nº 4.433, voltou a concorrer por uma das cadeiras da Câmara de Deputados, recebendo nessa ocasião 12.033 votos, voltando a ficar em uma das suplências.

“Com uma trajetória marcada pela tradição familiar na política e pelo compromisso com a população cearense, Agripino Rodrigues Gomes Magalhães destaca-se como uma figura importante no cenário político do Ceará. Em 2022, Dr. Agripino Magalhães, renomado médico ortopedista e político cearense, concorreu ao cargo de Deputado Federal pelo Ceará, representando o partido União Brasil. Sua candidatura atraiu a atenção do eleitorado, especialmente devido à sua experiência e trajetória na política local. Naquele ano, Dr. Agripino obteve 12.033 votos, posicionando-se como suplente na corrida eleitoral. A conquista desse resultado demonstra o comprometimento de Dr. Agripino com a população cearense e sua disposição em atuar como um representante efetivo dos interesses do Estado. Com uma história de dedicação à medicina e à política, Dr. Agripino Magalhães segue como uma figura influente no cenário político do Ceará, aguardando a oportunidade de assumir o mandato como Deputado Federal.” (MAGALHÃES, 2020: Disponível em https://portalpolitica.com.br/deputados-federais/dr-agripino-magalhaes-suplente-que-exerceu-mandato/. Acesso no dia 18 de janeiro de 2023.)

Nessa legislatura, por conta de uma licença do Deputado Francisco Vaidon Oliveira, assumiu o seu segundo mandato por um período de quatro meses.

BIBLIOGRAFIA:

  1. CAVALCANTE COSTA, João Eudes. Retalhos da História de Quixadá. Fortaleza: ABC Editora, 2002.
  2. MAGALHÃES, Agripino Rodrigues Gomes. Sobre Mim. Disponível em https://portalpolitica.com.br/deputados-federais/dr-agripino-magalhaes-suplente-que-exerceu-mandato/. Acesso no dia 18 de janeiro de 2023.
  3. NASCIMENTO, Cícero Pinto do. Memórias de Minha Terra. Fortaleza: Encaixe, 2002.
  4. SILVA JÚNIOR, Eliel Rafael da. A História do Distrito de Ibuaçu. Disponível em https://www.historiadeboaviagem.com.br/historia-do-distrito-de-ibuacu/. Acesso no dia 29 de outubro de 2017.
  5. VIEIRA FILHO, José. Minha História, Contada por Mim. Fortaleza: LCR, 2008.

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