Raimundo Nonato Oliveira Lima

Raimundo Nonato Oliveira LimaRaimundo Nonato Oliveira Lima nasceu no dia 17 de janeiro de 1960 no Município de Boa Viagem, que está localizado no Sertão de Canindé, no Estado do Ceará, distante 217 quilômetros da cidade de Fortaleza, sendo filho de Alfredo de Oliveira Lima e de Maria Laura de Oliveira Lima.
Os seus avós paternos se chamavam Manoel Verçosa Lima e Maria Felício de Oliveira, já os maternos eram Feliciano Felício de Oliveira e Laura Maria de Oliveira Lima.
Na eleição municipal ocorrida no dia 15 de novembro de 1982, militando nos quadros políticos do PMDB, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, pleiteou ingressar na vida pública por meio de uma das cadeiras da Câmara Municipal de Vereadores, quando conseguiu receber a confiança de apenas 149 votos, ficando na segunda suplência de seu partido.
Nessa disputa eleitoral o voto era vinculado, quando o eleitor tinha de alinhar a sua escolha entre os poderes Executivo e Legislativo sob a pena de ter o seu voto anulado: 

“Em 15 de novembro de 1982 o eleitorado brasileiro foi chamado a eleger os governadores que administrariam os seus Estados pelo interregno temporal de quatro anos, a contar de 15 de março de 1983, num pleito que envolveu cerca de 70 milhões de eleitores sendo a primeira eleição direta para governador de Estado desde os anos 1960. Neste pleito valeu o ‘voto vinculado’: o eleitor teria que escolher candidatos de um mesmo partido para todos os cargos em disputa, sob pena de anular o seu voto.” (COSTA, 2002: p. 357)

Algum tempo depois, no dia 7 de março de 1986, assumiu a cadeira deixada pelo Vereador João Martins de Lima, que solicitou uma licença de 120 dias para tratamento médico.

Imagem dos candidatos pelo PMDB em 1981.

Imagem dos candidatos pelo PMDB em 1982.

Na sessão ordinária do dia 18 de abril de 1986, encaminhou requerimento a mesa diretora da Câmara solicitando aos poderes Legislativo e Executivo a fiscalização dos preços que estavam congelados.
Pouco tempo antes disso, no dia 8 de fevereiro de 1986, foi contratado pela Prefeitura de Boa Viagem a prestar serviço como professor na vila de Domingos da Costa, encerrando esse contrato no dia 16 de janeiro de 1989.
Antes disso, no pleito eleitoral seguinte, ocorrido no dia 15 de novembro de 1988, ainda militando nos quadros políticos do PMDB, dessa vez com a legenda nº 15.657, recebeu a confiança de apenas 83 eleitores, ficando em uma das suplências de sua coligação.
Foi assassinado na cidade de São Paulo, tendo seu corpo sido sepultado nessa cidade.

BIBLIOGRAFIA:

  1. COSTA, João Eudes Cavalcante. Retalhos da História de Quixadá. Fortaleza: ABC Editora, 2002.
  2. NASCIMENTO, Cícero Pinto do. Memórias de Minha Terra. Fortaleza: Encaixe, 2002.

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