Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem

AS INFORMAÇÕES BÁSICAS:

O templo da Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem está localizada na Rua 26 de Junho, nº 253, no Bairro Centro da cidade de Boa Viagem, no Estado do Ceará.

Imagem do Templo da Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem, em 2013.

Imagem da Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem, em 2013.

A Igreja Evangélica Congregacional é uma denominação cristã protestante que é classificada como reformada, sendo fruto do protestantismo de missão ocorrido no início XIX.
Essa igreja possui vinculo denominacional com a UIECB, a União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil, e está dentro dos limites geográficos de sua 25ª região administrativa.

O SIMBOLO UTILIZADO POR ESSA DENOMINAÇÃO:

Uma denominação cristã é uma organização religiosa que funciona com um nome, uma estrutura e uma doutrina que lhes são comuns. O denominacionalismo é o ponto de vista segundo o qual alguns ou todos os grupos cristãos são, em algum sentido, versões da mesma coisa, apesar de suas características distintivas.
O emblema utilizado pela denominação ao qual a Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem está filiada é o seguinte:

UIECB

Brasão da União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil.

Esse brasão foi criado em 1969, depois da realização de um concurso que foi promovido pela União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil, que teve como vencedor o Diácono Aldair Soares Gomes, membro da Igreja Evangélica Congregacional de Ramos, do Estado do Rio de Janeiro.
Mesmo possuindo essa interessante característica, que a distingue das demais comunidades religiosas existentes no Município, a igreja local não possui a obrigação de divulgá-la, fato que muitas vezes torna esse simbolo completamente desconhecido entre os seus membros.

A FORMA DE GOVERNO:

O congregacionalismo é a forma de governo eclesiástico em que o poder de decisão de seus atos repousa na assembleia de seus membros:

“O regime de administração eclesiástica denominado de congregacional é um sistema de governo em que cada igreja local é independente. A igreja local possui a sua autonomia para reflexão teológica, expansão missionária, relação com outras igrejas e a seleção de seu próprio corpo de ministros. As igrejas congregacionais são comunidades locais, formadas por cristãos unidos para adoração e obediência a Deus, no testemunho público e privado do Evangelho. Constituem-se em igrejas completas e autônomas, não sujeitas, em termos eclesiásticos, a qualquer outra entidade, senão à sua própria assembleia de membros.” (SILVA JÚNIOR, 2015: p. 65)

Para participar das decisões tomadas na assembleia dessa igreja o cristão precisa preencher os critérios de fé e comportamento social exigidos por ela, bem como ser aceito por maioria simples de votos nela, fato que distingue os seus frequentadores em duas classes, membros e congregados.
Sobre esse assunto, no capitulo 1º do Regimento Interno dessa igreja, temos conhecimento que:

“Artigo 2º – O governo da igreja é congregacional, caracterizado pela manifestação diretamente democrática dos membros em plena comunhão, congregados sobre a direção do Senhor.”

De uma forma bem simples, sem a necessidade de uma exposição teológica sobre o assunto, o quadro de membros dessa igreja é formado por conversos que foram autorizados a serem batizados nela ou em igrejas reconhecidas por ela, já os congregados são aqueles que frequentam regularmente a igreja, mas inda não solicitaram da assembleia o batismo, que é uma aliança de compromisso firmado entre o futuro membro e a igreja de Cristo espalhada pela face da Terra.

OS PASTORES / OFICIAIS / MISSIONÁRIOS: 

O quadro de oficiais de uma Igreja Evangélica Congregacional é dividido em pastores, presbíteros e diáconos. Eles possuem o poder de dirigir e responder pelos trabalhos da comunidade, mas algumas de suas funções são limitadas pela assembleia de membros:

“Os oficiais são simples funcionários da igreja local, designados para ensinarem e para administrarem os interesses da igreja, e não tem poder de governo além do que possuem como membros da igreja.” (BERKHOF, 1990: p. 584)

Sobre a permanência do seu corpo de oficiais, no dia 30 de novembro de 1961, no pastorado do Rev. Francisco Souto Maior, em uma assembleia ordinária ficou definido o seguinte:

“Em seguida foi apresentada a seguinte proposta que, depois de discutida foi aprovada por todos. Que o pastor e demais oficiais: presbíteros e diáconos, a partir desta data, fiquem eleitos por tempo indeterminado. Sendo que, tanto o pastor como qualquer um dos oficiais, pode renunciar o seu cargo em qualquer tempo dando ciência a esta igreja com antecedência. E de igual modo, a igreja poderá demitir qualquer um destes em qualquer tempo, desde que para isto tenha motivo apresentado que justifique, também dando conhecimento com antecedência.”

Antes da decisão dessa assembleia os seus oficiais eram reconduzidos ao governo da igreja anualmente, por voto direto de seus membros, em assembleia especial. Seguindo os princípios bíblicos que tratam do assunto o ofício de pastor, presbítero ou diácono é perpétuo, porém o seu exercício é temporário.

  • Os Pastores:

O pastor é alguém com qualidades morais e espirituais, com formação especifica em um curso de Bacharelado em Teologia, que geralmente estudou em um seminário da própria denominação, ou indicado pela igreja, que foi avaliado por uma banca examinadora da junta regional e que foi ordenado por outros pastores, entre às suas várias funções destacamos: ensinar, disciplinar, aconselhar, realizar visitas e administrar o patrimônio da igreja.
Ao longo de sua história eclesiástica essa igreja já foi cuidadosamente dirigida pelos seguintes pastores:

  1. Rev. Antônio Francisco Neto – 1956 a 1957;
  2. Rev. José Borba da Silva Neto – 1958 a 1959;
  3. Rev. Ezequiel Fragoso Vieira – 1959 a 1960;
  4. Rev. Francisco Souto Maior – 1960 a 1964;
  5. Rev. Ezequiel Fragoso Vieira – 1964 a 1996 (2ª vez);
  6. Rev. Josafá Vieira – 1997 (atual).
  • Os Pastores Auxiliares:

O gerenciamento espiritual, missionário e administrativo de uma igreja não é algo simples de ser realizado e necessita de várias pessoas envolvidas nesse processo, diante disso essa igreja já contou com a valiosa ajuda dos seguintes obreiros:

  1. Rev. Maurício Manoel Amazonas dos Santos – 1990 a 1992;
  2. Rev. Ezequiel Fragoso Vieira Júnior – 1995 e 1996;
  3. Rev. Antônio Marcelo Ribeiro – 2000 e 2001;
  4. Rev. Francisco Wagner de Oliveira Fernandes – 2007 a 2010;
  5. Rev. José Rafael Araújo – 2008 a 2010;
  6. Rev. Diego Dy Carlos de Araújo – 2008 a 2013.
  • Os Presbíteros:

O presbítero é uma pessoa geralmente madura na fé e no testemunho, que foi reconhecida pela assembleia da igreja por suas qualidades, e consagrado pelo pastor, para supervisionar os serviços de ensino, disciplina, governo e administração.
Ao longo de sua história eclesiástica essa igreja já contou com a colaboração dos seguintes irmãos:

  1. Presb. Adelmo Vieira de Freitas – 1968 a 1973;
  2. Presb. Antônio Batista de Oliveira – 1998 a 2015;
  3. Presb. Bernardino Fragoso Vieira – 1956 (atual);
  4. Presb. Daniel Fragoso Vieira – 2015 (atual);
  5. Presb. Eládio Alves da Silva – 1968 a 1976;
  6. Presb. Jeomar Vieira de Freitas – 1984 (atual);
  7. Presb. João Batista Ramos dos Reis – 2016 (atual);
  8. Presb. Jonas Fragoso de Freitas – 1973 a 1999;
  9. Presb. Josimar Carneiro Soares – 1998 (atual);
  10. Presb. Pompeu Fragoso Vieira – 1976 a 2003.
  • Os Diáconos e Diaconisas:

O diácono, ou a diaconisa, é o oficial eleito pela assembleia da igreja, e consagrado pelo pastor, para dedicar-se especialmente à arrecadação de ofertas para fins piedosos; ao cuidado dos pobres, doentes e inválidos; à manutenção da ordem e reverência nos lugares reservados ao serviço divino; exercer a fiscalização para que haja boa ordem na Casa de Deus e nas suas dependências.
Ao longo de sua história eclesiástica essa igreja já contou com a colaboração das seguintes pessoas:

  1. Diac. Adailton Alves Teixeira – 2000 a 2002;
  2. Diacª. Antônia Elisabete da Silva Fragoso – 1997 a 2005;
  3. Diac. Carlos Alberto da Silva – 1997 (atual);
  4. Diac. Celimar Ribeiro Mendes Teixeira – 1997 a 2002;
  5. Diac. Cirilo Fragoso Vieira – 1956 a 1997;
  6. Diacª. Dalila Vieira da Silva – 1998 (atual);
  7. Diac. David Vieira da Silva – 1957 a 1976;
  8. Diac. Delmiro Manoel da Silva Neto – (atual);
  9. Diacª. Delzumira Alves de Oliveira – 1997 a 1998;
  10. Diac. Francisco Vieira Costa – 2002 (atual);
  11. Diac. Francisco Adalberto Ferreira Gomes – 2002 (atual);
  12. Diacª. Iraci Vieira de Freitas – 1997 a 1998;
  13. Diacª. Ivanete Fragoso da Silva – (atual);
  14. Diac. João Batista Ramos dos Reis – 2008 a 2016;
  15. Diac. João Fragoso Vieira – 1956 a 1997;
  16. Diac. João Rodrigues da Silva – 1961 a 1987;
  17. Diac. José Santos Filho – 1956 a 1961;
  18. Diac. José Gomes de Oliveira – a 1998;
  19. Diacª. Josefa Ferreira de Melo – (atual);
  20. Diac. Jurandi Alves da Silva – (atual);
  21. Diacª. Maria Sibeles Chaves Vieira – (atual);
  22. Diac. Odécio Soares Vieira – (atual);
  23. Diac. Sebastião Alves da Silva – 1956 a 1990;
  24. Diac. Silas Fragoso Vieira – 1975 a 2005.
  • As Missionárias:

O título de missionário(a) não existe nas escrituras, essa palavra significa alguém com uma missão, a função de um(a) missionário(a) é pregar o evangelho, consolidar uma igreja, e depois que tudo está pronto e consolidado ele(a) passa a responsabilidade da igreja para um pastor.
Ao longo de sua história eclesiástica essa igreja já contou com a colaboração das seguintes irmãs:

  1. Cleonice Carneiro – 1973 a 1976;
  2. Irene Fragoso Vieira – 1968;
  3. Lídia Vieira da Silva – 2002;
  4. Margarida Lins Vieira – 1958 – 1960.

AS CONGREGAÇÕES E A IGREJA MATRIZ:

Entre os cristãos de confissão protestante o termo igreja matriz é pouco utilizado, costuma-se usar o nome de igreja mãe para àquela comunidade religiosa que consegue gerar outras igrejas.

Imagem da Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem, em 2012.

Imagem da Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem, em 2012.

Sobre essas igrejas, principalmente entre aquelas de modo de governo congregacionalista, toda igreja começa a sua vida eclesiástica como um ponto de pregação, que é um local que serve de referência para futuros encontros, onde de forma simples e reverente se expõe a palavra de Deus.
Algum tempo depois, dependendo do número de pessoas e da regularidade dessas reuniões, o local passa a ser considerado pela comunidade mantenedora como uma de suas congregações.
Essas congregações, que podem ter ou não um templo, geralmente possuem uma liderança leiga formada e comprometida, que presta regularmente satisfação de suas atividades religiosas nas assembleias da igreja mãe.
Com o passar do tempo essas congregações conseguem a sua autonomia financeira, daí solicitam da igreja mãe a sua independência eclesiástica para realizar as suas próprias assembleias administrativas.
No Município de Boa Viagem a Igreja Evangélica Congregacional está distribuída da seguinte forma:

  • Zona Urbana:

A cidade:

  1. Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem (Igreja Mãe);
  2. A Congregação no Bairro Osmar Carneiro;
  3. Congregação no Bairro Ponte Nova.

As vilas:

  1. Congregação na vila de Olho d’Água dos Facundos.
  • Zona Rural:
  1. Congregação na Fazenda Jantar;
  2. Congregação em Pitombeira;
  3. Congregação em Várzea da Tapera.

OS EQUIPAMENTOS:

Para executar bem as suas atividades sociais e espirituais a igreja mãe dispõe de alguns equipamentos, são eles:

  1. Casa Pastoral;
  2. Acampamento Rev. Ezequiel Fragoso Vieira.

OS DEPARTAMENTOS / OS SERVIÇOS:

Para organizar as atividades de seus membros a Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem está dividida em departamento, são eles:

  • Departamentos:
  1. A Escola Dominical;
  2. A União Auxiliadora Feminina – UAF;
  3. A União de Adolescentes Congregacionais – UAC;
  4. A União de Mocidade Evangélica Congregacional – UMEC;
  5. A União de Homens Evangélicos Congregacionais – UHEC;
  6. O Departamento de Missões;
  7. O Departamento de Música.
  • Serviços:
  1. A Escola Dominical – (Domingo);
  2. O Culto de Doutrina – (Quarta-Feira);
  3. O Culto de Evangelismo – (Domingo);
  4. O Culto de Jovens – (Sábado);
  5. O Culto de Oração – (Sexta-Feira).

O CONTATO:

O canal de comunicação com a Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem é o seguinte:

  • Telefone:
  1. 88.3427-1845 (Secretaria Pastoral);
  2. 88.3427-1852.

89 ideias sobre “Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem

  1. Pingback: Benjamim Alves da Silva | História de Boa Viagem

  2. Pingback: David Vieira da Silva | História de Boa Viagem

  3. Pingback: Bairro Centro | História de Boa Viagem

  4. Pingback: RELIGIOSIDADE | História de Boa Viagem

  5. Pingback: Congregação da Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem – Ponte Nova | História de Boa Viagem

  6. Pingback: Igreja Evangélica Congregacional em Várzea da Tapera | História de Boa Viagem

  7. Pingback: Acampamento Rev. Ezequiel Fragoso Vieira | História de Boa Viagem

  8. Pingback: Eliel Rafael da Silva | História de Boa Viagem

  9. Pingback: Igreja Evangélica Congregacional do Jantar | História de Boa Viagem

  10. Pingback: Igreja Evangélica Congregacional de Olho d’Água dos Facundos | História de Boa Viagem

  11. Pingback: Hélio Alves da Silva | História de Boa Viagem

  12. Pingback: Sebastião Alves da Silva | História de Boa Viagem

  13. Pingback: Congregação de Pitombeira | História de Boa Viagem

  14. Pingback: Adalgisa Fragoso Vieira | História de Boa Viagem

  15. Pingback: Samuel Alves da Silva | História de Boa Viagem

  16. Pingback: JUNHO | História de Boa Viagem

  17. Pingback: Rev. Paulo Moody Davidson | História de Boa Viagem

  18. Pingback: Caixa Econômica Federal | História de Boa Viagem

  19. Pingback: Pe. José Patrício de Almeida | História de Boa Viagem

  20. Pingback: Rev. Francisco Souto Maior | História de Boa Viagem

  21. Pingback: Jonas Fragoso de Freitas | História de Boa Viagem

  22. Pingback: Distrito de Boa Viagem | História de Boa Viagem

  23. Pingback: Rev. José Borba da Silva Neto | História de Boa Viagem

  24. Pingback: TURISMO | História de Boa Viagem

  25. Pingback: Instituto de Educação Paulo Moody Davidson | História de Boa Viagem

  26. Pingback: Casa Pastoral da Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem | História de Boa Viagem

  27. Pingback: Igreja Evangélica Congregacional de Cachoeira | História de Boa Viagem

  28. Pingback: Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá | História de Boa Viagem

  29. Pingback: Imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem | História de Boa Viagem

  30. Pingback: Pe. Paulo de Almeida Medeiros | História de Boa Viagem

  31. Pingback: Rev. Antônio Francisco Neto | História de Boa Viagem

  32. Pingback: Casa Pastoral da Igreja Evangélica Congregacional de Várzea da Tapera | História de Boa Viagem

  33. Pingback: Edina da Silva Vieira | História de Boa Viagem

  34. Pingback: A EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO DE BOA VIAGEM | História de Boa Viagem

  35. Pingback: Jessé Alves da Silva | História de Boa Viagem

  36. Pingback: Ezequiel Fragoso Vieira | História de Boa Viagem

  37. Pingback: Severino Teodoro de Sousa | História de Boa Viagem

  38. Pingback: Tomás Ferreira de Sousa | História de Boa Viagem

  39. Pingback: Igreja Evangélica Congregacional de Boa Viagem (História) | História de Boa Viagem

  40. Pingback: Adriano José da Silva | História de Boa Viagem

  41. Pingback: José Santos Filho | História de Boa Viagem

  42. Pingback: Deonete Vieira da Silva | História de Boa Viagem

  43. Pingback: Ezaú Fragoso da Silva | História de Boa Viagem

  44. Pingback: Jessé Alves da Silva Filho | História de Boa Viagem

  45. Pingback: Sidônio Fragoso Vieira | História de Boa Viagem

  46. Pingback: Misrain Fragoso Vieira | História de Boa Viagem

  47. Pingback: João Fragoso Vieira | História de Boa Viagem

  48. Pingback: Adonias Vieira da Silva | História de Boa Viagem

  49. Pingback: José Mendes Vieira | História de Boa Viagem

  50. Pingback: Joaquim Vieira da Silva | História de Boa Viagem

  51. Pingback: Fernando Antônio Vieira Assef | História de Boa Viagem

  52. Pingback: Francisco Tibiriçá Façanha | História de Boa Viagem

  53. Pingback: Francisco Alves de Sousa | História de Boa Viagem

  54. Pingback: Maurício Manoel Amazonas dos Santos (Bibliografia) | História de Boa Viagem

  55. Pingback: Manoel Bernardino de Santana Filho (Bibliografia) | História de Boa Viagem

  56. Pingback: Calouros de 1986 | História de Boa Viagem

  57. Pingback: Calouros de 1987 | História de Boa Viagem

  58. Pingback: Calouros de 1985 | História de Boa Viagem

  59. Pingback: Calouros de 1984 | História de Boa Viagem

  60. Pingback: Calouros de 1988 | História de Boa Viagem

  61. Pingback: Calouros de 1989 | História de Boa Viagem

  62. Pingback: Calouros de 1990 | História de Boa Viagem

  63. Pingback: Calouros de 1991 | História de Boa Viagem

  64. Pingback: Calouros de 1992 | História de Boa Viagem

  65. Pingback: Calouros de 1993 | História de Boa Viagem

  66. Pingback: Calouros de 1994 | História de Boa Viagem

  67. Pingback: Calouros de 1995 | História de Boa Viagem

  68. Pingback: Calouros de 1996 | História de Boa Viagem

  69. Pingback: Calouros de 1969 | História de Boa Viagem

  70. Pingback: Calouros de 1981 | História de Boa Viagem

  71. Pingback: Rua 26 de Junho | História de Boa Viagem

  72. Pingback: Eunice Antero Rodrigues | História de Boa Viagem

  73. Pingback: Epitácio Fragoso Vieira | História de Boa Viagem

  74. Pingback: João Rodrigues da Silva | História de Boa Viagem

  75. Pingback: Eliane da Silva Alves | História de Boa Viagem

  76. Pingback: Emilton Rafael da Silva | História de Boa Viagem

  77. Pingback: Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Bela Vista (História) | História de Boa Viagem

  78. Pingback: Igreja Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem | História de Boa Viagem

  79. Pingback: Igreja Evangélica Boa-viagense (História) | História de Boa Viagem

  80. Pingback: Galeria dos ex-alunos do Instituto de Educação Paulo Moody Davidson | História de Boa Viagem

  81. Pingback: Pompeu Fragoso Vieira | História de Boa Viagem

  82. Pingback: Enoque Antero da Silva | História de Boa Viagem

  83. Pingback: Luiza Antero da Silva | História de Boa Viagem

  84. Pingback: Gerardo Felix da Silva | História de Boa Viagem

  85. Pingback: Igreja Evangélica Congregacional do Osmar Carneiro | História de Boa Viagem

  86. Pingback: Maria da Penha Silva | História de Boa Viagem

  87. Pingback: Eliel Rafael da Silva Júnior | História de Boa Viagem

  88. Pingback: Emivanete da Silva Vieira | História de Boa Viagem

  89. Pingback: José Pedro de Sousa | História de Boa Viagem

Deixe uma resposta