Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá

AS INFORMAÇÕES BÁSICAS:

A Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá está localizada na Rua José Rangel de Araújo, nº 22, próximo a Praça Vereador José Vieira de Lima, no Centro da cidade de Boa Viagem, no Estado do Ceará.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá, em 2016.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá, em 2016.

Esse equipamento público, pertencente ao Governo Municipal, é gerenciado pela Secretaria da Educação, que segue as orientações e as normas da 12ª Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação, a CREDE 12, que está sediada no Município de Quixadá.

A BASE LEGAL DE SUA CRIAÇÃO:

A Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá foi criada na gestão do Governador José Adauto Bezerra por meio do Decreto nº 11.493, de 17 de outubro de 1975, sendo publicada no Diário Oficial do Estado no dia 30 de outubro de 1975.
Ela foi credenciada pela resolução nº 430/2009, emitida pelo CEC, o Conselho de Educação do Ceará, e o seu número no INEP, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, é 23095997.

AS MODALIDADES DE ENSINO:

Em nosso país a educação básica compreende a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, tendo uma duração ideal de dezoito anos, período da vida escolar em que se toma posse dos conhecimentos mínimos necessários para uma cidadania completa, servindo também para se definir sobre o futuro profissional e área do conhecimento em que se quer atuar.
Na Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá existe a oferta das seguintes modalidades de ensino:

  1. Ensino Fundamental.

OS SÍMBOLOS DA ESCOLA:

A palavra símbolo designa um tipo de signo em que o significante representa algo abstrato, por força de convenção ou semelhança, um símbolo é um elemento essencial no processo de comunicação, encontrando-se difundido pelo quotidiano e pelas mais variadas vertentes do saber humano.
A representação específica para cada símbolo pode surgir como resultado de um processo natural ou pode ser convencionado de modo a que o receptor, uma pessoa ou grupo específico de pessoas, consiga fazer a interpretação do seu significado implícito e atribuir-lhe determinada conotação.
A Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá possui três símbolos que a identificam, são eles:

1º. A BANDEIRA:

O pavilhão que representa a Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá foi criado pela Profª. Antônia Edivar Soares Pereira.

Bandeira da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá.

Bandeira da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá.

2º. O BRASÃO:

O brasão que representa a Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá foi criado pela Profª. Antônia Edivar Soares Pereira.

Brasão da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá.

Brasão da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá.

O brasão dessa escola carrega um conjunto de detalhes que resumem um pouco da história e dos valores da própria instituição, são eles:

  • O livro: Na década de 1940, quando foi construída,  essa unidade de ensino surgiu como um raio de esperança para aqueles que queriam estudar e não tinham oportunidade;
  • O Sol: No brasão, ao fundo do livro, o sol vai raiando demonstrando o começo de um novo tempo para o Município de Boa Viagem.

3º. O HINO:

A letra e a música do hino da Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá foram compostas em 1996 pelo versátil e competente Prof. Cícero Pinto do Nascimento.

Hino da EEF Pe. Antônio Correia de Sá

Hino da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá.

A HISTÓRIA DA INSTITUIÇÃO:

A história da formação, estruturação e desenvolvimento das atividades acadêmicas da Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá está dividida nas seguintes fases:

1º. A Fase das Adaptações e das Incertezas:

No final dos anos 1940 as professoras da cidade de Boa Viagem desejavam ardentemente um local apropriado para ministrar as suas aulas, antes disso, essas aulas, eram aplicadas em locais adaptados, que geralmente eram cedidas ou alugadas pelo governo:

“Em 1939, as Escolas Reunidas de Boa Viagem, que antes funcionavam em casas alugadas, passaram a ter as suas aulas ministradas para mais de 100 (cem) alunos, em dois turnos, em um prédio doado pelo Estado.” (NASCIMENTO, 2002: p. 115)

Em 1948, na gestão do Prefeito Manoel Araújo Marinho, percebendo o desejo da comunidade, o Governo Municipal procurou fazer um convênio com o Governo do Estado no intuito de construir um pequeno edifício, que logo recebeu como patrono o nome do primeiro vigário da Paróquia de Nossa Senhora da Boa Viagem, o Padre Antônio Correia de Sá.

“Adquiriu o terreno, e o então governador, Faustino de Albuquerque e Sousa, autorizou a construção do tão almejado prédio, com quatro salas de aula.” (NASCIMENTO, 2002: p. 116)

Embora construída a manutenção de uma escola não se limita apenas as suas paredes e aos seus alunos, ela necessita de equipamentos, material de consumo e expediente, professores, pessoal de serviço, etc. Nesse período surgiram as incertezas, pois sem uma linha de financiamento fixo do governo, quem iria garantir a continuidade do funcionamento da escola?

2º. A Fase das Primeiras Conquistas:

Algum tempo depois, por volta de 1956, na gestão do Governador Paulo Sarasate Ferreira Lopes, um grupo de professoras, que foram representadas por Nilse Ayres de Alencar Araújo, na época primeira-dama e diretora da escola, solicitou em audiência com o governador uma forma do Governo do Estado encampar essa unidade de ensino.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá, início da década de 1950.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá, início da década de 1950.

Essa reunião, que ocorreu no gabinete do governador, produziu decisões que foram bastante positivas para comunidade escolar, pois a partir daí a escola passou a receber merenda e material didático, um grande avanço para essa época.
Diante disso, por conta dessas melhorias e da alta demanda por uma vaga, nem todas as crianças da cidade conseguiam estudar, eram muitos alunos para um número bastante reduzido de vagas.
Depois disso, nos últimos meses de 1961, logo após a morte de seu esposo, a Profª. Nilse Ayres de Alencar Araújo decidiu se estabelecer na cidade de Fortaleza e entregou à direção da escola.

“Para ocupar a vaga de D. Nilse, foi nomeada a professora Ana Dalva de Almeida Pereira. Com sua competência e dinamicidade, deu continuidade aos trabalhos já realizados, procurando, sempre, o melhor para essa comunidade escolar.” (NASCIMENTO, 2002: p. 116)

Na longa gestão da Profª. Ana Dalva de Almeida Pereira, apesar das grandes limitações financeiras, foi assinado um convênio com o Instituto Nacional do Livro, que trouxe grandes e inegáveis benefícios aos alunos da escola.
Em sua administração, apesar de não atingir o número de alunos que queria, o número de professores foi acrescido, o que aumentou também algumas turmas, mas não resolveu o problema pela grande procura de vagas.
Em 1964, na gestão do Prefeito Dr. Manuel Vieira da Costa, o Nezinho, na passagem do primeiro centenário do Município, a cidade recebeu algumas melhorias no campo da educação depois da construção da Escola de Ensino Médio Dom Terceiro, destinada aos alunos do ginásio, e a Escola Presidente John Fitzgeral Kennedy, que atualmente é denominada de Escola de Ensino Fundamental Osmar de Oliveira Fontes:

“Nesse tempo, conseguir uma vaga na Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá não era coisa fácil, esse privilégio só era concedido para aqueles que tinham uma melhor condição financeira. Esse triste preconceito econômico gerava certa rivalidade entre os alunos dessas duas escolas, que produziu alguns insultos, os estudantes do “Grupo Velho” chamavam os alunos do ‘Grupo Novo’ de ‘pernas-de-pau’, que respondiam ao xingamento chamando-os de ‘urubus’.” (SILVA JÚNIOR, 2016: A história da Escola de Ensino Fundamental Osmar de Oliveira Fontes. Disponível em www.historiadeboaviagem.com.br. Acesso em 31 de março de 2016)

Nessa época a escola recebeu uma boa reforma em sua estrutura física, mesmo assim o Município ainda não conseguia supria a necessidade por vagas em suas unidades de ensino.
Nos primeiros anos da década de 1970, por conta das exigências dos registros escolares, surgiu a necessidade da contratação de auxiliares para o trabalho burocrático e pessoas na administração.
Nos últimos meses de 1975 a Profª. Ana Dalva de Almeida Pereira pediu exoneração de seu cargo e em seu lugar foi indicada a Profª. Francisca Maria de Fátima Vieira Barbosa:

“No dia 2 de outubro de 1975 a Professora Ana Dalva pediu exoneração das funções de direção, ausentando-se em março do ano seguinte, quando encerrou as suas operosas atividades educacionais. Para substituir Dona Dalva, foi indicada a Professora Francisca Maria de Fátima Vieira Barbosa, que assumiu no dia 25 de outubro de 1975.” (NASCIMENTO, 2002: p. 117)

No dia 2 de dezembro de 1975, necessitando de uma secretária habilitada, foi nomeada a Profª. Rosicler Machado, que passou a responder pelos registros da escola frente ao órgão determinado pelo Governo do Estado.
Algum tempo depois, no dia 5 de abril de 1977, a Profª. Balbina Maria Sampaio Lima assume como vice-diretora em substituição da Profª. Maria Zeuta Marinho de Araújo, mais tarde a escola recebe outra vice-diretora, a Profª. Maria Farias Leal, conhecida por todos como “Tia Odalice”.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia e Sá, em 1972.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia e Sá, em 1972.

Durante muitos anos, principalmente no período das férias escolares, independentemente do prefeito que estivesse no poder, essa unidade de ensino era geralmente um dos locais escolhidos para realizar as grandes reuniões.
No final do anos 1970 ocorreram novas mudanças no sistema de ensino do Estado do Ceará, o que provocou mudanças em sua administração:

“Com as mudanças no Sistema de Educação, exerceu por certo período o trabalho de supervisora a Professora Maria de Fátima Vieira (Nosa). Sendo depois feita uma divisão por escola, coube à Professora Rosicler Machado, em agosto de 1981, assumir a supervisão, deixando vago o cargo de secretária, o qual foi ocupado pela Professora Maria Sami Vieira de Sousa, habilitada em secretariado.” (NASCIMENTO, 2002: p. 118)

Ainda nessa época, mesmo com a ampliação do número de escolas na cidade, ainda existia a crescente necessidade do aumento do número de salas de aula.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá, em 1982.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá, em 1982.

No ano de 1987, na gestão do Prefeito José Vieira Filho, o Mazinho, essa escola passou por uma significativa ampliação em sua estrutura física, depois da construção de mais quatro novas salas de aula, pouco tempo depois ocorreram também algumas mudanças em sua administração:

“No dia 17 de novembro de 1988, a vice-diretora, Balbina Maria Sampaio Lima, assumia, interinamente, a direção, procurando, da melhor maneira possível, concluir o ano letivo de 1988. Em 31 de março de 1989 foi escolhida através de uma lista sêxtupla diretora da escola, sendo então nomeada para o cargo pelo então Governador Tasso Jereissati, em 9 de junho de 1989.” (NASCIMENTO, 2002: p. 118)

Nessa administração a escola ofereceu o Curso Supletivo, destinado aos alunos fora de faixa, como também o Programa Logos II, que visava habilitar os professores leigos existentes no Município.
Em novembro de 1995, depois de muitos anos no quadro de funcionários dessa escola, a Profª. Balbina Maria Lima Sampaio solicita a sua aposentadoria e em seu lugar assume a Profª. Maria Moreira de Melo, popularmente conhecida como Maricota:

“De 1º de novembro de 1995 a 31 de dezembro de 1998, tivemos como diretora a Professora Maria Moreira de Melo… Foi ela a primeira diretora selecionada através de concurso público promovido pela Secretaria da Educação do Estado, e eleita por meio do voto de todos os segmentos da comunidade escolar.” (NASCIMENTO, 2002: p. 118)

Nessa gestão foram implantados o sistema de ensino em ciclos, as classes de aceleração e a criação do Conselho Escolar, foi desenvolvido o Plano Político Pedagógico e o Plano de Desenvolvimento Escolar.
Ao encerrar a sua primeira gestão a Profª. Maria Moreira de Melo voltou a concorrer desejando um novo mandato, sendo reconduzida ao cargo depois de um exame de seleção e de receber a maioria dos votos da comunidade escolar.

“Nessa gestão foi implantado o sistema de telensino, seriado de 5ª à 8ª série e o Tempo de Avançar. Também foi criado o Centro de Multimeios e construídos os depósitos para lixo e material em desuso, além de uma lanchonete.” (NASCIMENTO, 2002: p. 119)

No dia 2 de janeiro de 2002, depois de passar por um exame de seleção e ser aclamada nas urnas, assumiu a direção da escola a Profª. Francisca Iranilda Rodrigues Ramos.
Em sua gestão, essa escola recebeu acesso à internet e o seu edifício passou a ser utilizado também como uma extensão universitária para o curso de Licenciatura em Pedagogia, com habilitação em matemática e Biologia:

“Em julho de 2000, a Professora Francisca Iranilda Rodrigues Ramos, empenhada e comprometida com a nossa educação, firmou parceria com a Universidade Estadual Vale do Acaraú.”

Por volta de 2009, por não ofertar Ensino Médio, os Governos do Estado e do Município firmaram parceria no intuito de municipalizar essa unidade de ensino, que passou a receber funcionários da Secretaria da Educação do Município.

3º. A Fase da Municipalização:

A partir do dia 26 de janeiro de 2013, na gestão do Prefeito Dr. Fernando Antônio Vieira Assef, essa unidade escolar passou a pertencer oficialmente à rede de ensino do Município, que desde algum tempo já vinha lhe administrando em uma cogestão.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá, em 2016.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá, em 2016.

Nos primeiros meses de 2014, depois que a Escola Estadual de Educação Profissional Venceslau Vieira Batista desocupou as instalações da Escola de Ensino Fundamental David Vieira da Silva, o Governo do Estado, mesmo depois da encampação do Município, propôs que a Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá passasse a funcionar onde funcionou a antiga Escola de Ensino Fundamental David Vieira da Silva, algo que não foi aceito por algumas lideranças políticas de oposição, que fizeram de tudo para impedir essa permuta.
A ideia era transformar as instalações dessa unidade de ensino no Quartel da 4ª Companhia do 4º Batalhão da Polícia Militar do Estado do Ceará, algo que logo foi descartado.
Quanto ao perímetro da escola que primeiro foi desativada, as sua partes foram divididas entre a Escola de Ensino Médio Dom Terceiro, que ficou com a quadra coberta; a Guarda Municipal, que estabeleceu o seu quartel; a Secretaria da Educação e o NAPE, o Núcleo de Acompanhamento Pedagógico, um setor da referida secretaria que era destinado regularmente ao atendimento de crianças especiais.
Pouco tempo depois, nos primeiros meses de 2018, por uma dessas ironias preparadas pelo destino, na gestão da Prefeita Aline Cavalcante Vieira, que foi uma das cabeças do movimento político que interferiu na mudança de endereço dessa escola, algumas turmas de alunos da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá foram transferidas para lá, uma decisão draconiana tomada pela Secretaria da Educação que causou muito descontentamento dos pais por conta dos seguidos desabamentos dos muros e da proximidade com o Batalhão de Polícia Militar.

Imagem de parte do muro desabado no local onde funciona a extensão da escola.

Essa mudança ocorreu depois que a sede da Secretaria da Educação se estabeleceu no primeiro pavimento sobre o Banco do Brasil, onde funcionava o Fórum Desembargador Júlio Carlos de Miranda Bezerra, que alguns meses antes se mudou para o Bairro Várzea do Canto.

AS EQUIPES DE GESTÃO:

A equipe de administração de uma escola da rede municipal é cargo de confiança do prefeito, que indica os seus componentes. Ao longo de sua história essa unidade ensino já foi gerenciada pelas seguintes pessoas:

  • 1948 – 1961

Profª. Nilse Ayres de Alencar Araújo (Diretora).

  • 1962 – 1975

Profª. Ana Dalva de Almeida Pereira (Diretora);
Profª. Maria Zeuta Marinho de Araújo (Vice-Diretora).

  • 1976 – 1980

Profª. Francisca Maria de Fátima Vieira Barbosa (Diretora);
Profª. Balbina Maria Sampaio Lima (Vice-Diretora);
Profª. Maria Farias Leal (Vice-Diretora);
Profª. Maria de Fátima Vieira (Supervisora);
Rosicler Machado (Secretária).

  • 1981 – 1988

Profª. Francisca Maria de Fátima Vieira Barbosa (Diretora);
Profª. Balbina Maria Sampaio Lima (Vice-Diretora);
Profª. Maria Farias Leal (Vice-Diretora);
Profª. Rosicler Machado (Supervisora);
Maria Sami Vieira de Sousa (Secretária).

  • 1989 – 1995

Profª. Balbina Maria Sampaio Lima (Diretora);
Profª. Maria de Fátima Vieira (Supervisora);
Rosicler Machado (Secretária).

  • 1995 – 1998

Profª. Maria Moreira de Melo (Diretora);
Profª. Francisca Iranilda Rodrigues Ramos (Coordenadora Pedagógica);
Profª. Maria Farias Leal (Coordenadora Administrativa Financeira);
Maria Sami de Sousa (Secretária).

  • 1999 – 2001

Profª. Maria Moreira de Melo (Diretora);
Profª. Maria Sami Vieira Sousa (Coordenadora Pedagógica);
Profª. Maria Helena Barbosa Sampaio (Coordenadora Administrativa Financeira);
Clara Alves Pinto (Secretária).

  • 2002 – 2004

Profª. Francisca Iranilda Rodrigues Ramos (Diretora);
Profª. Maria Sami Vieira Sousa (Coordenadora Pedagógica);
Maria Deuselina Mesquita Vieira (Secretária).

  • 2005 – 2008

Profª. Francisca Iranilda Rodrigues Ramos (Diretora);
Profª. Rejane de Deus Rodrigues (Coordenadora Pedagógica);
Maria de Fátima (Secretária).

  •  2009 – 2013

Profª. Rejane de Deus Rodrigues (Diretora);
Profª. Mazda Kelle Pedroza Machado (Coordenadora Pedagógica);
Prof. José Adaílson de Queiroz (Coordenador Financeiro);
Maria Célia Alves da Costa (Secretária).

  • 2013 – 2016

Profª. Francisca Iranilda Rodrigues Ramos¹ (Diretora);
Profª. Elisângela Samuel (Coordenadora Pedagógica);
Profª. Vera Lúcia Sampaio Pereira (Coordenadora Pedagógica);
Maria Célia Alves de Sousa (Secretária).

  • 2017 – 2020

Profª. Artemiza Soares Albuquerque Guerreiro (Diretora);
Prof. Adelmo Rodrigues de Freitas (Coordenador Pedagógico);
Profª. Mazda Kelle Pedroza Machado de Lima (Coordenadora Pedagógica);
(Secretária).

A ESTRUTURA FÍSICA:

Para executar bem as suas atividades pedagógicas, gerando segurança e conforto para os seus usuários, a Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio Correia de Sá possui a seguinte estrutura:

  • Setor Administrativo:
  1. Almoxarifado: 1
  2. Arquivo: 1
  3. Banheiros docente: 2
  4. Cantina: 1
  5. Depósitos: 2
  6. Sala de direção: 1
  7. Sala de professores: 1
  8. Sala de secretaria: 1
  • Setor Acadêmico:
  1. Biblioteca: 1
  2. Laboratório de informática: 1
  3. Pátio aberto: 1
  4. Pátio coberto: 1
  5. Salas de aula: 9
Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá, em 2016.

Imagem da Escola de Ensino Fundamental Pe. Antônio Correia de Sá, em 2016.

O CONTATO:

Os canais de comunicação com a Escola de Ensino Fundamental Padre Antônio de Sá são os seguintes:

  • Telefone:
  1. 88.3427-1727 (Orelhão).
  • E-mail:
  1. epacsabv@escola.ce.gov.br

Nota: ¹ Substituída em fevereiro de 2015 pela Profª. Maria Aldenice de Freitas Silva.

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